Museu do Oriente
O Museu do Oriente, inaugurado a 8 de maio de 2008, está instalado no antigo Edifício Pedro Álvares Cabral, projeto inicial do arquiteto modernista João Simões, em 1939/40 e agora readaptado pelos arquitetos Carrilho da Graça e Rui Francisco. O acervo do Museu, ilustrativo das relações que Portugal estabeleceu com a Ásia, integra, entre outros, núcleos de arte chinesa, indo-portuguesa, japonesa e timorense. Núcleos traduzidos por objetos votivos e de ritual, cerâmicas e terracotas, têxteis, mobiliário, pintura e máscaras, aos quais se juntou, em 1999, por doação do sinólogo francês Jacques Pimpaneau, a Coleção Kwok On de arte popular asiática: 13 mil peças, muitas delas raras e de grande escala. O Museu do Oriente está organizado em torno de duas grandes exposições permanentes: Presença Portuguesa na Ásia Exposição constituída por objetos artísticos e documentais, integra várias peças de excecional valor, com destaque para os biombos chineses e japoneses dos séculos XVII e XVIII, para os vários objetos de arte namban, para uma coleção de peças de porcelana brasonada da Companhia das Índias e para um significativo acervo relacionado com as culturas dos Povos de Timor. Deuses da Ásia Exposição organizada a partir do extenso acervo da Coleção Kwok On, testemunhos das artes performativas e das grandes mitologias e religiões populares de toda a Ásia. Esta coleção é considerada uma das mais importantes no género, à escala europeia, possuindo exemplares de notável qualidade e de grande espetacularidade. O programa de exposições temporárias está vocacionado para a divulgação das artes da Ásia, dando a conhecer os seus mais variados aspetos. O museu integra um auditório , um centro de documentação, um centro de reuniões, uma loja/livraria, uma cafetaria e um restaurante
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Estrela